ARQUIVO
2010
ÁGORA EM CENADOIDO - ESPETÁCULO SOLO DE ELIAS ANDREATO
Prêmio APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte de São Paulo - melhor ator do ano de 2009.// Inspirado na obra de grandes filósofos, pensadores, poetas e dramaturgos: Artaud, Maiacovski, Rimbaud, Van Gogh, Cervantes, Shakespeare, Nietzsche, Nijínski, Tchecov, Dante, Goethe, Oscar Wilde, Fernando Pessoa, Ivan Angelo.// Texto, roteiro e direção: Elias Andreato
2009
ÁGORA EM CENA
RECONSTRUINDO RICARDO III - PARTE I
Data: de 29 de outubro a 17 de dezembro
Horário: quinta-feira às 21hs
Duração: 50 minutos
Capacidade: 35 lugares
Ingressos: R$20,00 ( inteira) e R$10,00 ( meia - entrada)
Recomendação etária: 14 anos
Localização: Ágora Teatro - Espaço Ágora
CECI BEIJOU PERI
Data: de 08 de setembro a 16 de dezembro
Horário: terça e quarta às 21hs
Duração: 70 minutos
Capacidade: 50 lugares
Ingressos: R$ 20,00 ( inteira) e R$ 10,00 ( meia - entrada)
Recomendação etária: 12 anos
Localização: Ágora Teatro - Sala Edith Siqueira

“ANTES DO CAFÉ”
SÁBADO às 21h00 | DOMINGO às 20h00
DURAÇÃO: 75 minutos
RECOMENDAÇÃO ETÁRIA: 12 anos
LOCAL: Sala Gianni RattoSINOPSE
Três atrizes, simultaneamente e sem definição prévia, interpretam a Senhora Rowland, que, numa manhã, descobre que o marido tem uma amante que está grávida. Ela expõe sua relação enquanto prepara o desjejum, mas será surpreendida novamente antes do café esfriar.
A MONTAGEMO peso do mundo é o amor. O peso que nós carregamos é o amor. Os Rowland são um casal jovem que se ama. E sua vida é um inferno. No monólogo de Eugene O’neill, há uma mulher que fala com um marido que não responde. A presente ausência do marido conta da sua solidão e de como a incapacidade de ouvir de ambos provoca uma tragédia cotidiana. O texto é, apenas aparentemente, trivial: está na boca de milhares de mulheres (e homens) por todo o mundo, mas ninguém ouve esse pedido de socorro. A radicalidade dessa condição expõe as “Senhoras Rowland” que estão superpostas como camadas sob pressão, e que existem em todos que amam ou amarão. Viver esse amor e/ou essa tragédia é um exercício regular a que nos obrigamos. Ele ocorre como uma avalanche, arrastando todos os nós que atam dois amantes. Nesse emaranhar incontrolável podemos viver uma eternidade, um minuto de cada vez. Inexplicavelmente, nessa fatigante jornada, acreditamos que finalmente iremos descansar nos braços do mesmo amor.
FICHA TÉCNICA:AUTOR: EUGENE O´NEILL
DIREÇÃO: CELSO FRATESCHI
ELENCO: CINTYA CHAVES, DENISE CECCHI, MAWUSI TULANI e BRUNO GAVRANIC
ASSITENTE DE DIREÇÃO: ANDRÉ PIZA
CENÁRIO: SYLVIA MOREIRA E MONOLITO
FIGURINO: SYLVIA MOREIRA
COISA DE VÓ

“MAUSER”SINOPSE
Um soldado se encarrega de sua tarefa como carrasco da Revolução. Tempos depois, desiste dela. Outro soldado assume a mesma tarefa. Tempo depois, vai além dela. Onde estão os limites? Numa regra, numa norma, numa lei, ou naquilo que podemos suportar? Na impossibilidade de encontrar uma resposta, podemos refletir sobre o que está por trás dessa pergunta; ou mesmo sobre o que nos faz perguntá-la. Neste texto de Heiner Müller não há glória, vitória, nem triunfo. Não há derrota, nem fracasso. Para se entender a Revolução é necessário auscultá-la como um organismo vivo, em seus meandros, ruídos e detalhes. Tentamos silenciar qualquer julgamento ou referências sobre a idéia de punição, nos comprometendo apenas em apreender a narrativa, na sua própria palavra.FICHA TÉCNICA:Autor: Heiner Müller
Direção: Celso Frateschi
Assistência: André Piza
Elenco: Jario Leme, Lucas Valadares, Kelly Jardim, Valdir Grillo, Vanessa Prieto, Vania Vaitekas e Viviane Marques
Cenário: Sylvia Moreira e Celso Frateschi
Figurino: Sylvia Moreira
“ENTRE AMAR E DESAMAR” Quatro mulheres. Quatro personagens. Quatro histórias. Uma experiência coletiva. Inspiradas nas mulheres da Obra de Machado de Assis, atrizes compartilham com a platéia, entre um café e muitos olhares, quatro histórias de amor… e “desamor”. Não existe separação entre público e elenco, entre quem faz e quem assiste, entre histórias vividas e narradas. As histórias das personagens se confundem com as histórias de suas próprias vidas. Memórias, lágrimas e risos se misturam nessa “anti-peça” baseada nos contos “Casada e Viúva”, “Cinco Mulheres”, “Mariana” e “Uns Braços”.FICHA TÉCNICABaseada nos contos de Machado de Assis
Direção: Rubia Reame
Coordenação: Roberto Lage
Elenco: Liana Poiani, Maria Paula Pessoa, Rubia Konstantyni e Rubia Reame
Direção de arte: Sylvia Moreira
“DIANA”DATA: 01/AGO à 13/SET
SÁBADO: 21h00 | DOMINGO: 19h00
DURAÇÃO: 60 minutos
INGRESSO: R$ 30,00 - R$ 15,00
RECOMENDAÇÃO ETÁRIA: 14 anos
LOCAL : Sala Edith SiqueiraDIANA ou A FÁBULA DE UM HOMEM INÚTILSolo de Celso FrateschiDiana foi o primeiro espetáculo estreado no Ágora e revisitá-lo significa reescrevê-lo cenicamente. Foram dez anos onde as propostas estéticas do Ágora Teatro se desenvolveram e se radicalizaram . Novas questões foram geradas na busca da tradução teatral das relações entre os homens e a visão do mesmo tema dez anos depois, geraram um espetáculo completamente diferente daquele da abertura do nosso espaço. Continuamos buscando um teatro sem adjetivos, explorando a menor grandeza com toda a complexidade que isso encerra.SINOPSEUm professor literalmente apaixonado pela escultura Saindo do Banho de Victor Brecheret a quem batiza de Diana. Vive no largo do Arouche ao lado de sua amada celebrando a vida, o amor e comemorando o fato de não dar mais aulas, nem ser mais traído pela esposa, pelos colegas e pelos alunos. Assim planejara passar os seus dias, deixando o tempo passar. Ele só acredita no que lhe falam as coisas e despreza as palavras das pessoas. A peça versa sobre essa jornada de desentendimento desse personagem anacrônico que se revela ao revelar nosso tempo exatamente por viver fora dele. Suas perguntas só não são mais absurdas que os nossos dias. Sua cura é sua doença. Percorre a sua última viagem com o humor de quem tem o espírito liberto.
PAI CONTRA MÃE
Na violência da sociedade escravista do século XIX brasileiro, uma escrava fugida e um caçador de escravos lutam pela sobrevivência. Nessa guerra, que é de ontem e de hoje, só há espaço para um.FICHA TÉCNICA
Baseado no conto homônimo de Machado de Assis
Direção: Deda Menezes
Coordenação: Roberto Lage
Elenco: Léia Rapozo e Deda Menezes
Direção de arte: Sylvia Moreira
Músico: Nei Zigma
Luz: Everson BasiliSERVIÇO
Data: de 19 de maio até 09 de julho
Horário: terças, quartas e quintas às 21h
Duração: 60 minutos
Capacidade: 50 lugares
Ingressos: R$ 20,00
Recomendação etária: 12 anos
Localização: Ágora Teatro - Sala Edith Siqueira
ANEDOTA
Fragmentos de contos de Machado de Assis, construindo uma narrativa que pretende investigar o contexto sócio-político do país enaltecendo, pelo viés cômico, a cultura brasileira. FICHA TÉCNICA
Baseada nos contos de Machado de Assis
Direção: Fernanda Tabuso
Coordenação e iluminação: Roberto Lage
Elenco: Carol Meinerz, Érika Malavazzi, Emerson Alcalde e Fernando Matraga
Direção de arte: Sylvia Moreira
Música: Monahyr CamposSERVIÇO
Data: de 22 de maio até 12 de julho
Horário: sextas e sábados às 21h30, domingos às 19h30
Duração: 60 minutos
Capacidade: 50 lugares
Ingressos: R$ 20,00
Recomendação etária: 12 anos
Localização: Ágora Teatro - Sala Edith Siqueira
POR QUE COMER-TE OS OSSOS?SINOPSE
Ahasverus, o judeu errante, se encontra com Prometeu em um diálogo poético que apresenta a luta entre o impulso da vida e a morte. Dois personagens de mitologias distintas que se encontram em um sonho onde o tempo não existe.A MONTAGEMPropõe discutir por meio do “Viver!” de Machado de Assis as condições do homem contemporâneo que vem perdendo para preocupações e questões outras, seu espaço e seu motivo para viver. A idéia inicial surgiu de um estudo feito em cima do narrador do teatro oriental. Estabeleceu-se o desejo de abordar temas sobre o estado interior das pessoas, buscando as raízes e quase inexistentes mais nos dias de hoje. Busca também um rigor técnico e uma beleza plástica para atingir o publico nestas questões sobre ss condições de vida nos dias de hoje.FICHA TÉCNICABaseado no conto ‘Viver!’ de Machado de Assis
Direção: Arô Ribeiro
Coordenação: Roberto Lage
Elenco: Cléia Plácido e Fernanda Schaberle
Música: Marcos Battistuzzi
Direção de arte: Sylvia MoreiraSERVIÇO
Data: de 19 de maio até 11 de junho
Horário: terças, quartas e quintas às 21h
Duração: 45 minutos
Capacidade: 45 lugares
Ingressos: R$ 20,00
Recomendação etária: 12 anos
Localização: Ágora Teatro - Espaço Ágora
A MISSA DO GALO
No conto, um acontecimento da adolescência do Sr. Menezes ainda o perturba depois de muitos anos. Um encontro a sós com uma mulher casada e mais velha apresentou, na ótica de Menezes, uma manancial de possibilidades que terminaram por não realizarem-se. Memórias truncadas de uma certa noite envolta em desejos, sensualidade e insinuações.A Montagem
A direção busca estabelecer um diálogo entre a tradição humana de contar histórias, transmitindo conhecimento, experiência e vivência com modernas técnicas de interpretação e encenação. O processo de criação coletiva, a utilização de partituras corporais, a troca de papéis entre os atores, a precisão das marcações e o distanciamento crítico dos interpretes estão a serviço da busca de um equilíbrio entre a composição estética, a transmissão do enredo e o estímulo à reflexão proposta por Machado de Assis.No que diz respeito ao aspecto temático, a direção buscou ressaltar elementos que considera chaves na obra de Machado de Assis; destacando-se o papel da memória, mais precisamente de sua falibilidade, na consolidação da personalidade presente. “A Missa do Galo” parte-se da análise das características individuais de cada personagem Machadiano do século XIX para a proposição de uma reflexão sobre o indivíduo e a sociedade de hoje, especialmente evidenciando forças que acabam por interromper a realização da vida em todas as suas possibilidades.Ficha Técnica
Baseado no conto homônimo de Machado de Assis
Direção: Tânia Granussi
Direção: Luiz Eduardo Frin
Coordenação: Roberto Lage
Elenco: Arô Ribeiro e William Rosa.
Assistente de Direção: Carolina Soledad
Direção de Arte: Sylvia Moreira
Iluminação: Roberto Lage e Luiz Eduardo Frin
Direção musical e Trilha original: Charles Raszl
Produção de Trilha sonora: Rafael Agra
GL 5,17: UM EXPERIMENTO NO PURGATÓRIOO Diabo decide criar a sua igreja – “escritura contra escritura, breviário, contra breviário” – e após comunicar a Deus sua intenção, desce à terra para atingir seus propósitos.A MontagemA investigação foi pautada pelo estudo do narrador multifacetado, a razão da genialidade da literatura machadiana; “um misto de poeta, guerreiro e profeta” – e agregou outros contos de temática religiosa. A direção ousou em transferir o gênio narrativo ao teatro, e adotou a metáfora do pregador hipócrata num surto de honestidade “que retira da experiência o que ele conta; sua experiência ou a relatada pelos outros, e incorpora as coisas narradas à experiência dos seus ouvintes” citando Benjamim, o que resultou num roteiro de cenas que inclui também o imaginário do ator – o pós-cena – e que não pretende criar nada de novo, como citado no Eclesiastes, tanto lido por Machado, “nada de novo debaixo do sol”. Busca criar uma teia desaforada que confunde o discurso do intérprete com o do autor e beira o despropósito. Iniciativa de um teatro narrativo que não se limita ao palco, de atores que insinuam uma sedução para compreender a platéia e serem compreendidos por ela.Ficha Técnica
Baseado nos contos de Machado de Assis
Direção: Tânia Granussi
Coordenação: Roberto Lage
Elenco: André Martins, Daniela Perim e Wilson Canhas
Músico: Wagner Passos
Direção de Arte: Sylvia Moreira
JARDIM ZEN
Uma pesquisa de teatro dança dirigida para à criança, fricção dos corpos entre o real e o imaginário, cenas que se alimentam do jogo e da poesia.Do vazio surgem os Elementos … Céu, Terra, Agua, Lago, Vento, Fogo, Trovão, Bosque se combinam em infinitas mutações dando forma à um jardim imaginário: JARDIM ZEN onde cada passo é “algo que se passa em tempo presente.”Com JARDIM Zen criamos um mundo imaginário, um refúgio da criação e da contemplação, um espaço vazio, pronto para acolher e sensibilizar nossos espíritos, despertar nossa consciência através do claro jogo das impermanências.
Como na vida, nossa cena está cheio de surpresas. Todos se arriscam pois todos os acontecimentos se passam em tempo presente.
Ainda que a riqueza dos assuntos tratados pelo espetáculo mobilize a
todas as idades dirigimos nossas “atenções” para o público infantil acreditando, que a arte e por sua vez a dança pode e deve ser entendida como produção de conhecimento e agente formador no processo de evolução de todo indivíduo. Que prazer passear no jardim !>>>>> Escreve o poeta chinês Hi Kang.Ficha Técnica
Cia. Autofalante produção
Direção: Simone Mello e Dino Soto
Confecção de objetos e iluminação: Dino Soto
Intérprete criadora bailarina: Lívia Seixas
Intérprete criador bailarino - músico: Marco Xavier
Intérprete criador bailarina: Simone Mello
ÁGORA LIVRE/2009TEATRO, VINHO E PENSAMENTO Durante os primeiros dez anos de existência, além de espetáculos teatrais como Sonho de Um Homem Ridículo, Ricardo III, Tio Vania, Antes do Café, realizamos alguns outros programas como o Ágora Livre e o Ágora Publicações. Esses programas se constituem em debates, palestras, seminários que nos fundamentam na construção de um pensamento sobre o teatro e o comportamento humano no século XXI.Começamos esse programa com ODISSÉIA DO TEATRO BRASILEIRO, com a participação de artistas e ensaístas do nosso teatro, como Sábato Magaldi, Antunes Filho passando por Guarnieri, Boal, Zé Celso, João das Neves, Aderbal Freire e muitos outros. Passaram por nossos outros seminários Eugênio Bucci, Marilena Chaui, Aziz Ab’Saber, Marcos Nobre e muitos outros especialistas das mais diversas áreas. Os temas de nossos seminários sempre relacionaram o teatro com a vida do homem em sociedade.Na comemoração dos dez anos de atividade do Ágora nossas reflexões acontecem numa atividade que chamamos de TEATRO, VINHO E PENSAMENTO. Sentamos 50, 60 pessoas em volta de uma grande mesa e dividindo vinho e pão, conversamos sobre estética, filosofia, teatro e sobre qualquer tema que possa provocar nossa sensibilidade e inteligência . O programa de conversas que vamos realizar em novembro será sobre A CIDADE TEATRALIZADA. Identificamos ritos cotidianos onde o cidadão lança mão da repetição de um mesmo texto decorado, de uma mesma marcação, por vezes de um mesmo cenário e de uma mesma atitude para sobreviver na metrópole. Nossa idéia é refletir sobre esse “teatro cotidiano” e através dele estudar o comportamento humano nas cidades.Celso Frateschi

OS CONVIDADOS
Priscilla Ermel tem sólida e versátil formação artística e acadêmica: compositora, cantora, arranjadora, multi-instrumentista, videasta e etnomusicóloga. Parte de sua obra musical está publicada em seis álbuns discográficos, incluindo “Campo de Sonhos” (Eldorado), indicado ao Prêmio SHARP (Categoria - Música Instrumental -1992).
Diretora musical do programa Som Brasil da TV Globo, em 1989, têm profundo conhecimento da música tradicional e popular brasileira, sendo responsável pela criação de inúmeras trilhas sonoras para teatro, televisão, vídeo e cinema. Dirigiu vários documentários dentro do seu projeto de pós-doutorado em co-produção com o (LISA) Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP (Univesidade de São Paulo), A Tradição Oral na Música Brasileira, exibidos em inúmeros festivais (nacionais e internacionais) e emissoras de TV.(Ver www.lisa.br)
Realizou pesquisas no Brasil e na África tendo publicado seus trabalhos desde 1988, incluindo a criação do espetáculo musical “Mberewea: O Canto Tribal” (ópera indígena) apresentada pelo Coralusp no teatro Paulo Eiró, SP, sob a regência de Márcia Hentschel (1987) .
Premiada internacionalmente pelo seu trabalho, recebeu do MinC/FUNARTE o prêmio Residências Artísticas em Pontos de Cultura.
Atualmente finaliza o projeto multimídia “Ti Etê: Rios de Luz”, sobre Sinfonia Multiétnica de sua autoria interpretada pela Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, índios Ikolem Gavião (RO) e grupo Cupuaçu.
Regina Favre é filósofa, terapeuta, educadora, pesquisadora auto-sustentada. Formada em Filosofia pela PUC-SP. Viveu intensamente a contracultura, os movimentos alternativos e o advento das psicoterapias corporais em Londres, onde formou suas bases nos anos 70. Foi estudiosa, pesquisadora, professora e clínica das psicoterapias corporais neo-reichianas desde 75 em várias instituições independentes. Foi profundamente influenciada pelo pensamento de Stanley Keleman e Felix Guattari. Atualmente, coordena o Laboratório do Processo Formativo onde cultiva juntamente com alunos e colaboradores um pensamento e uma prática do processo formativo dos corpos voltados para o sentimento de ser parte de processos maiores de produção de biodiversidade física e subjetiva. Tem escrito artigos pontuais onde particularmente discute a história das práticas e das teorias do corpo tais como as conhecemos hoje, aprofunda intersecções com a neurociência, com a biologia evolutiva e a crítica das políticas de subjetivação específicas trazidas pelo capitalismo global. Produz continuamente vídeos nos seminários de transmissão de Anatomia Emocional e Biodiversidade Subjetiva onde pesquisa com os alunos o processo formativo no ato de ler, conversar, conviver em grupo e experimentar, dentro de um dispositivo criado especificamente para que se possa apreender, na simultaneidade, o processo formativo de ambientes internos e externos. www.laboratoriodoprocessoformativo.com.
José Guilherme Cantor Magnani, doutor em Ciências Humanas pela USP, é professor do Departamento de Antropologia dessa Universidade e sua área como pesquisador e orientador na pós-graduação é Antropologia Urbana. Entre suas publicações destacam-se os livros Festa no Pedaço: Cultura Popular e Lazer na Cidade (1984); Na Metrópole: Textos de Antropologia Urbana (1996); Mystica Urbe: um estudo antropológico sobre o circuito neo-esotérico na metrópole (1999); Jovens na metrópole (2007) e os artigos: “Leisure in Popular Districts in São Paulo” in Societé et Loisir, (Quebéc, 1994). “De perto e de dentro: notas para uma etnografia urbana” in RBCS. (2002). “Xamãs na cidade” Revista USP - Religiosidade no Brasil n. 67, 2005. “Urban youth circuits in São Paulo” in Tempo Social. Revista de Sociologia da USP, vol., n.2, 2006. É coordenador do Núcleo de Antropologia Urbana da USP (NAU/USP) http://www.n-a-u.org/ e de sua revista eletrônica PONTO.URBE http://www.pontourbe.net e foi um dos coordenadores da Expedição São Paulo 450 anos.
Maria Rita Kehl é psicanalista e escritora, doutorada pelo Departamento de Psicologia Clínica da PUC-SP. Foi jornalista por 7 anos, até 1981, quando iniciou seu trabalho clínico com adultos. Desde então, continua publicando artigos em jornais, revistas e publicações especializadas em psicanálise. É autora de 9 livros, entre eles, O Tempo e o Cão (Ed. Boitempo, 2009), Juventude: A fratria órfã (Ed. Olho D’água, 2008), Videologias (em parceria com Eugênio Bucci; Ed. Boitempo, 2004) e Processos Primários (poemas; Ed. Estação Liberdade, 1996).
Vagner Gonçalves da Silva é professor e chefe do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo onde obteve o título de bacharel em Ciências Sociais, mestre e doutor em Antropologia Social. Realizou estágio pós-doutoral na Harvard University (W.E.B. Du Bois Institute for African and African American Research) e na City University of New York (Graduate Center) onde também foi professor visitante. Desenvolve pesquisas na área das populações afro-brasileiras, enfocando temas como religiosidade (candomblé, umbanda, neopentecostalismo, intolerância religiosa), relações entre religião e cultura brasileira (festas populares, música, capoeira, literatura, cinema etc.), artes afro-brasileiras e representação etnográfica (trabalho de campo e etnografia em hipermídia).
2008
ÁGORA EM CENASOBRE DEVORAR E SER DEVORADO
Num século em que a paixão pelas ciências que tentavam compreender definitivamente os comportamentos humanos tornou-se uma febre, Machado de Assis cultivou, em sua obra, o interesse pelo incongruente, pelo inexato, pelo imperfeitamente explicável da natureza humana. Ele examinou ganâncias que nos permitem crescer, impertinências da moral coletiva em pactos privados, alegres acordos entre abuso e dependência, felizes desejos de morte e muitas outras estranhas condições que formam o ecossistema humano. Somos hábeis cegos a uma delas que se apresenta a cada instante: a nossa condição de moribundos desde o dia em que nascemos. Para torná-la suportável, muitas vezes é preciso dar a um outro o papel de nos comunicar a sua presença.Acesse aqui o documento do Projeto Devorar E Ser Devorado.Elenco: Denise Cecchi e Linaldo Telles
Direção: André Piza
Dramaturgia: André Piza
Textos: Machado de Assis
Preparação Corporal: Johannes Freiberg
Cenário e Figurinos: Sylvia Moreira
Direção Sonora e Sonoplastia: Jorge Peña
Luz: Jucca Rodrigues
Coordenação: Roberto Lage e Sylvia Moreira
Operação de Luz: Rodrigo Ramos
Agradecimentos: Angelo Brandini, Arô Ribeiro, Aurea Sigrist de Toledo Piza, Berta Heller, Carlos Ferreira, Catia Elena Falcon, Celso Favaretto, Celso Frateschi, Christiane Galvan, Claret Rocha de Toledo Piza, Escola de Arte Dramática (EAD-ECA-USP), Fio Fernando, Instituto Lumen Verbi de Educação e Cultura, Luciana Rossi, Luciano Alves, Marcelo Ferreira, Nilton Ruiz Dias e Regina Favre.
TIO VÂNIA
Ficha TécnicaCenários e Figurinos: Sylvia MoreiraElenco: Angelo Brandini, Arô Ribeiro, Cinthya Chaves, Christiane Galvan, Gisela Millás, Heitor Goldflus e Sidney Santiago
Participação especial: Elisabeth Hartman
Stand-in: Adriana Mazzoni
A CONFISSÃO DE LEONTINA“Já contei essa história tantas vezes e ninguém quis me acreditar. Vou agora contar tudo especialmente pra senhora, que se não pode ajudar, pelo menos não fica me atormentando como fazem os outros”. Assim começa a narradora-personagem de “A Confissão de Leontina”, conto da Lygia Fagundes Telles que retrata uma realidade muito brasileira: uma menina pobre, Leontina, nascida numa pequena cidade do interior (de nome sugestivo, Olhos d’Água), que foge para a cidade grande. Pouco letrada e “sem ter quem com ela se preocupe no mundo”, trabalha como dançarina de aluguel. Sofre as agruras “da metrópole”, até parar atrás das grades, de onde ela passa a narrar sua trajetória.Ficha TécnicaTexto: Lygia Fagundes Telles
Direção: Marat Descartes
Interpretação: Erika Moura
Criação de Luz: Marisa Bentivegna
Preparação Corporal e Assistente de direção: Gisele Calazans
Cenário e Figurino: Marat Descartes e Erika Moura
Operação de luz: Marisa Bentivegna,Fabrício Licursi e Gisele Calazans
Arte Gráfica: Anna Turra
Fotos: Ana Dupas
Produção: Mariana Camargo e Erika Moura
Assessoria de Impresa: Tuca Notarnicola
TARDE DE PALHAÇADAS
O VENTO QUE VEMSinopse
No texto “O Vento que Vem” as personagens são denominadas apenas como Rapariga, Mulher, Homem 1, Homem 2 e Homem 3; denominação que já apresenta elementos essenciais da obra de Luís Fonseca uma vez que, ao se encontrarem, essas personagens trazem à cena características que por vezes apresentam-se como profundamente individuais e por vezes estão a serviço do desnudamento de características, reflexões e sentimentos que se inserem no contexto da coletividade contemporânea.Ao olhar para sua vida e para o seu passado, cada personagem apresenta sua sensação de inadequação frente a cada uma de suas realidades e apresenta, ou melhor tenta apresentar caminhos para o prosseguimento de suas vidas. Esse “tenta apresentar” é o que traz o ponto central do texto. Por mais que cada um tente se posicionar, o que sobra frente ao futuro é a dúvida, ou talvez até a certeza que essa inadequação torne-se perene. Em alguns casos essa certeza é expressa cabalmente, em outros ecoa como ponto de contradição, como negativa latente disfarçada de assertividade.Ao encontrarem-se em um espaço indefinido, e trazendo em suas palavras o singular e o todo, cada personagem carrega uma peça a ser encaixada no mosaico do dilema da contemporaneidade. Nesse mosaico aparecem questões como a desconfiança da memória, ou seja, uma dúvida sobre a história (individual e coletiva) proveniente de uma leitura que talvez já não se mostre mais confiável sobre o passado, assim como a desconfiança que os meios conhecidos para se posicionar frente a realidade já tenham se tornado ultrapassados; sem falar que muitas vezes o que está em discussão é que se uma tomada de posição, seja ela qual for, seja pertinente ou mostre-se eficaz em qualquer sentido.Desta forma, procurando apresentar questionamentos e não respostas, “O Vento que Vem” insere-se na filosofia do Ágora Teatro.Ficha TécnicaElenco: Daniela Mustafci, Kuarahy Fellipe, Luiz Eduardo Frin, Paulo Placido e Thaís Aguiar
Direção: Roberto Lage
Assistência de Direção: Luiz Eduardo Frin
Cenários e Figurinos: Sylvia Moreira
Realização: Ágora Teatro.
O CONTO DO REINO DISTANTE
O Reino Distante aguarda o nascimento do príncipe, o herdeiro do reino. Nasce uma menina, que passa sua infância tecendo e bordando trancada numa torre, na companhia de suas minúsculas amigas, as formigas. Mas quando a hora chegar, a princesa, heroína da história, vai escapar da torre, enfrentar a bruxa e recuperar o reino. O Conto do Reino Distante é uma aventura que aborda temas antigos numa história inédita, e põe no palco a busca do crescimento, da superação e da perplexidade do indivíduo perante o mundo. Com estrutura de conto de fada, o espetáculo mostra o rito da passagem da infância para o mundo dos adultos. A princesa, personagem principal, precisa vencer o enclausuramento na torre do castelo e recuperar a espada levada pela bruxa para a Floresta do Sol.Ficha Técnica
Idealização: Ana Luísa Lacombe
Texto: Simoni Boer
Direção e espaço cênico: Paulo Rogério Lopes
Elenco: Ana Luísa Lacombe e Camila Bellodi
Concepção da projeção: Ana Luísa Lacombe, Camila Bellodi, Paula Galasso e Paulo Rogério Figurinos: Ana Luísa Lacombe
Musical Original e Trilha sonora: Sérvulo Augusto
Desenho de Luz: Mirella Brandi
Operação da luz: Aline Barros
Produção executiva e Operação do som: Patrícia Torres
Realização: Grupo Faz e Conta
INSIGNIFICÂNCIA
Imagine o encontro de figuras fascinantes, embora de mundos completamente diferentes: Marilyn Monroe, Albert Einstein, Joseph McCarthy e Joe Di Maggio. Esse impossível - e potencialmente riquíssimo - diálogo acontecerá no palco do Ágora Teatro, de 11 de julho a 31 de agosto.Trata-se de Insignificância, peça do dramaturgo britânico Terry Johnson, aclamada internacionalmente e inédita no País.De acordo com a diretora Beatriz Bologna, que traz o projeto a São Paulo, a peça a atraiu pela altíssima qualidade dramatúrgica, a partir de um texto que explora sutilezas das biografias das personagens e foge dos estereótipos, como a atriz loura e o cientista exótico. “Insignificância mexe com a fantasia das pessoas, revelando a intimidade de personalidades que marcaram o séc. XX”, explica. “Mas faz isso de maneira muito pouco óbvia, a um só tempo delicada e impactante”, diz.Os quatro personagens - que não são nomeados no texto - estão em um quarto de hotel, na noite que precederia o depoimento de Einstein (vivido por Jorge Tarquini) na Comissão de Atividades Anti-Americanas. A ele se juntam Marylin (Monik Kukulka), McCarthy (Luiz Eduardo Frin) e Di Maggio (Ênio Vivona).Marilyn acabava de filmar a famosa cena de O Pecado Mora ao Lado, de Billy Wilder, em que o vento do metrô levanta sua saia. Deprimida, está preocupada com sua carreira e com a dificuldade de engravidar. A diva do cinema busca a sabedoria do cientista mais influente do século. Seu marido, a lenda do baseball Joe Di Maggio, está mais preocupado com as figurinhas de chicletes que trazem seu rosto. Ao mesmo tempo, McCArthy tenta direcionar o depoimento de Einstein.O texto questiona com sensibilidade o culto à celebridade difundido na sociedade americana, ou, nas palavras do personagem de Einstein, “Americanos, os fazedores de deuses… eles não se responsabilizam pelo mundo deles, eles querem jogá-lo sobre os ombros dos outros”.Os três grandes ídolos - o cientista, a atriz e o jogador - negociam de formas diferentes com essa sociedade, levando em conta seus vícios e qualidades - a liberdade, o conservadorismo, a perseguição política, o uso da ciência para fins militares, a fama. Cada um deles decide, em vista do que são e representam, se irá ou não compactuar com esse sistema, e de que forma. Insignificância foi transformado em filme, em 1985, dirigido por Nicolas Roeg.Ficha Técnica
Insignificância, de Terry JohnsonTradução e direção: Beatriz Bologna
Elenco: Jorge Tarquini, Monik Kukulka, Luiz Eduardo Frin e Ênio Vivona
Cenografia: Sylvia Moreira
Iluminação: Jucca Rodrigues
Figurinos: Eveline Imbert
Produção: Ivana Pansera
Programação Visual: Werter Astolfi
Assessoria de Imprensa: Marcelo Burgos
PEÇAS
O local escolhido para esta encenação, que leva a assinatura de um dos mais importantes e premiados diretores brasileiros, Marcio Aurelio, é o Espaço Ágora. Um ambiente perfeito para dinamitar, poeticamente, os caminhos da vida à arte, da ficção à natureza.BiografiasGertrude Stein (1874-1946) é autora de múltiplas revoluções, tanto na literatura, quanto nas 80 peças de teatro que criou. Impulsionou uma reavaliação de todo julgamento estético vigente. Enquanto muitos artistas saiam pela tangente com uma proliferação de conceitos e regras, ela sempre cantava na contramão, questionando os materiais de construção da gramática humana, soltando faíscas a partir da extração dos pontos e vírgulas, alertando para a responsabilidade da sensibilidade.Ficou célebre, também, graças a uma infinidade de episódios. Durante uma entrevista de rádio em 1934, anteviu o boom dos blogs na internet, profetizando que “haverá um dia em que cada um e todos terão suas vidas escritas e acessadas por todos a cada segundo, todo mundo que já viveu ou vive ou vi-verá certo dia em que haverá uma história ordenada de todo mundo, aos poucos cada um virá a um reconhecimento ordenado”O diretor Marcio Aurelio é responsável por uma infinidade de espetáculos marcantes no teatro brasileiro. Dentre eles, podemos destacar Agreste, Pólvora e Poesia, Senhorita Else, Pássaro do Poente e Hamletmachine, este em parceria com a bailarina Marilena Ansaldi.O ator Luiz Päetow é criador dos primeiros Prêt-à-Porters no CPT, trabalhou como ator e assistente de Antunes Filho e de Daniela Thomas. Recentemente, protagonizou os espetáculos Leonce & Lena, direção Gabriel Villela e 4.48 Psicose, direção Nelson de Sá. Sempre com o foco na liberdade e multiplicidade de expressões, vem trazendo à cena autoras como Sarah Kane, Hilda Hilst, Clarice Lispector e, agora, Gertrude Stein.Encenação: Marcio Aurelio
Criação, Tradução e Atuação: Luiz Päetow
Foto: André Lucena
Site do espetáculo: http://jqz.zip.net
UM MAESTRO LOUCO POR BEETHOVENUm musical que trabalha com a imaginação apresentando a música clássica de forma divertida e lúdica através do teatro de sombras. A história se desenvolve através de uma orquestra de sombras onde os instrumentos e os músicos são silhuetas e o regente é um ator. Durante a apresentação das famosas composições de Beethoven os instrumentos se rebelam e não querem tocar. Então, o corajoso e decidido maestro toca o piano convidando os espectadores a sonhar. Espetáculo musical livremente inspirado no filme “Ensaio de Orquestra” do diretor Federico Fellini, o espetáculo apresenta a música clássica do compositor Ludwig Van Beethoven de forma divertida e lúdica, através do teatro de sombras e teatro convencional. Atores e sombras contracenando num mesmo espaço. Trabalha com uma língua especial e própria, inventada pelos atores tornando o espetáculo universal e divertido. O espectador, ao ver as sombras projetadas numa tela falando com os atores, sente como se estivesse tendo um sonho lúdico e divertido.Roteiro e concepção: Ronaldo Robles e Silvia Godoy
Direção: Ronaldo Robles
Elenco: Silvia Godoy - Edson Caeiro - Ronaldo Robles
Direção Musical: Cristina Mendonça
Bonecos e Cenário: Ronaldo Robles
Ligth Designer e Figurino: Silvia Godoy
A METAFÍSICA DO AMORFruto de sua longa parceria com a Cia. Razões Inversas, o espetáculo A Metafísica do Amor é um monólogo interpretado pelo ator Paulo Marcello. A partir de idéias do filósofo alemão Schopenhauer sobre a questão do instinto e da sobrevivência (contida na obra A Metafísica do Amor e da Morte), Marcio Aurelio construiu uma dramaturgia baseada no texto A Tentação de Santo Antão, de Gustave Flaubert, que aborda de maneira provocadora o homem na sociedade contemporânea. Para atualizar poeticamente o discurso, recorreu ainda à recontextualização através de reportagens de jornais, inclusive uma crônica de Arnaldo Jabor.Em cena, um homem em conflito, que se alucina com o desejo reprimido e reflete sobre a condição humana e todas as questões decorrentes deste processo: amor, desejo, instinto e morte. No cenário, um banco de madeira sobre a planície verde de um jardim. O personagem do ator Paulo Marcello (Agreste, Senhorita Else, Torquato Tasso) é uma figura da contemporaneidade, que não se ajusta a determinados padrões, assim como o discurso da peça, que não tem uma lógica formal, mas sim uma justaposição de textos. Dessa vez, ao contrário da primeira temporada apresentada ano passado no Teatro Sérgio Cardoso, o espetáculo se concentra ainda mais nesse fervoroso embate de idéias e, sendo assim, não apresenta o epílogo, criado originalmente pela bailarina Marilena Ansaldi.Concepção e Direção Geral: Marcio Aurélio
Atuação: Paulo Marcello
CONTO ALEXANDRINO
Em nome da verdade, um cientista mata milhares de ratos, procurando comprovar a teoria de que no sangue dos animais se encontra a essência de todos os sentimentos e capacidades humanas. Escrito em pleno apogeu das teorias evolucionistas de Charles Darwin, este conto de Machado de Assis é uma sátira ao amor cego a uma “causa”.Direção: Arô RibeiroTexto: Machado de Assis
Elenco: Eugênio Bruck, Flávia Tavares, Gisela Millás, Roberta Mestieri e Simone Libutti.
Cenário e figurinos: Sylvia Moreira
Treinamento vocal e físico: Affonso Lobo
Trilha original: Marcos Battistuzzi
Coordenação Artística: Roberto Lage
FLORES ANÔNIMAS
O espetáculo “Flores Anônimas” integra o “Projeto Machadianas” do Teatro Ágora e é um espetáculo que trás um olhar aguçado ao universo feminino de Machado de Assis. Os contos encenados são “Cinco Mulheres” e “Flor Anônima”.Direção: Christiane GalvanTexto: Machado de Assis
Atores: Monike Kukulka, Priscila Leal, Maria Juliana, Chico Américo
Coreografia: Monike KuKulKa
Cenário e Figurino: Sylvia Moreira
Trilha sonora: Vitor Osório
Coordenação: Roberto Lage
2007ÁGORA EM CENA
- UM HOMEM CÉLEBRE - homem-celebre.jpg
- ESTAÇÃO PARAÍSO - flyer-estacao.jpg
- HORÁCIO - flyer-horacio.jpg
- DON JUAN - flyer-donjuan
ÁGORA LIVRE
- SEMINÁRIO: O TEATRO COMO ATIVIDADE ECONÔMICA
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