ÁGORA EM CENA


O GRANDE INQUISIDOR - TEMPORADA ESTENDIDA ATÉ 12 DE SETEMBRO!
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Em Sevilha, na mais terrível época da Inquisição, um homem, que é  visto fazendo milagres e sendo seguido por multidões, é preso pelo Santo Ofício. O povo o reconheceu como o Cristo retornado ao mundo dos homens, mas ele é sentenciado pelo Cardeal, o Grande Inquisidor, à morte na fogueira. Em sua cela, ao anoitecer, o próprio Cardeal vem interrogá-lo, mas acaba fazendo uma surpreendente  revelação   Aparentemente uma inocente parábola religiosa, “O Grande Inquisidor” é, na verdade, um discurso político, em que, acima de tudo, a liberdade humana está no centro da discussão.Com direção e adaptação de Rubens Rusche, a peça tem Celso Frateschi no papel do Grande Inquisidor e Mauro Schames como o Prisioneiro. Sylvia Moreira assina o cenário e figurinos.
AUTOR: Fiódor Dostoiévski
DIREÇÃO E ADAPTAÇÃO: Rubens Rusche
ELENCO: Celso Frateschi e Mauro Schames
CENÁRIO E FIGURINOS: Sylvia Moreira
ILUMINAÇÃO: Wagner Freire
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: André PizaSala Gianni Ratto (88 lugares)
SEX E SÁB: 21h30 Dom: 20h
INGRESSOS: R$ 30,00 (inteira), R$15,00 (meia)
Convênio com Estacionamento: CAR PARK (Rua Rui Barbosa, 714 - R$ 5,00)


CECI BEIJOU PERI, E AÍ JOSÉ?
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Ator  logo no início do espetáculo se pergunta o porquê de tudo aquilo e resolve mudar o rumo da cena quando percebe que a sua volta as “idéias estão fora do lugar” e acaba revelando as contradições de suas próprias escolhas. Objetivo: Colocar em cena as reflexões de José de Alencar sobre a escravidão brasileira. Recentemente foram publicadas suas cartas, assinada com pseudônimo :”Ao Imperador: Novas Cartas Políticas de Erasmo”A adaptação livre sobre as Nova Cartas Política de Erasmo, escritas por José de Alencar, famoso e popular escritor do romantismo nacional. Tem o interesse de tornar ascessível esse material que, por longos anos, era desconhecido inclusive pelos especialistas em Literatura Brasileira. Publicadas recentemente recoloca em questão o que foi o processo abolicionista e a própria abolição no Brasil do século XIX.Como todos sabem, José de Alencar, é filho de ruralista, foi deputado da Câmara nacional várias vezes, e tinha profundo interesse na questão da abolição já que olhava o problema desde o ponto de vista dos escravocratas, que tinham nos seus escravos um grande Capital aplicado e a abolição faria com que eles se descapitalizassem.No ano de 2008, não podemos esquecer que completou 60 anos da aprovação da “Carta dos Direito dos Homens” pela ONU. Carta que teve importante participação dos brasileiros na pessoa de Graça Aranha. Mas, no entanto, sabemos que os problemas da desigualdade social, do tratamento desigual entre os brasileiros, da péssima ddeistribuição da renda, do analfabetismo, da violência, ainda é uma questão a ser resolvida entre nós.Ao se adptar as Cartas para o palco é uma maneira de retomar essa discussão. Uma maneira de refletirmos sobre a história passada e a presente em nosso país. O projeto visa  “falar” para um público jovem, para o qual o conhecimento da história brasileira é a oportunidade de poderem discutir que futuro desejam para si e para o país.
TEXTO: Reinaldo Maia
DIREÇÃO: Reinaldo Maia
ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: Fabio Takeo e Gisele Valeri
ELENCO: Fernando Nitsch
TRILHA SONORA: Fabio Takeo e Reinaldo Maia
ILUMINAÇÃO: Erike Busoni
FOTOS: Flavio Tolezani
Temporada: SÁBADO 21H30 e DOMINGO 18H00
Valor: R$ 30,00 (inteira)  R$ 15,00 (meia)
Duração: 70 minutos
Local: Ágora Teatro - Sala Edith Siqueira (50 lugares)
Convênio com Estacionamento: CAR PARK (Rua Rui Barbosa, 714 - R$ 5,00)


NOMES DO PAI
SÁBADO - 18H00 // DOMINGO - 17H00
SALA GIANNI RATTO
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Inspirando-se nos textos “Carta ao Pai”, de Kafka e “Cartas a um Jovem Poeta”, de Rainer Maria Rilke, a montagem investiga a paternidade e a cultura patriarcal. Kafka teria escrito esse texto num clima de rompimento com seu pai, que desaprovara seu casamento com a filha de um zelador de sinagoga. Mas, o pretexto imediato para a criação do texto foi o fato do autor ter sido questionado por seu pai porque afirmava sentir medo dele. “Cartas a um Jovem Poeta” é o texto mais conhecido de Rilke, em que se apresenta a generosa  correspondência com um iniciante que lhe pede socorro num momento decisivo da sua vocação de escritor. Nessa obra, ele fala da formação humana como base de toda criação artística e aponta a necessidade de um caminho ético na arte. É como um alerta aos vícios de nossa época.Ainda na época em que estudava interpretação, Ruy Cortez, diretor da peça, foi convidado pelo tio, o ator Raul Cortez, para montar um espetáculo a partir da junção desses dois textos. Essa montagem nunca se realizou, mas a ideia permaneceu a se transformou em “Nomes do Pai” que tem a dramaturgia de Luis Alberto de Abreu.
Sala Gianni Ratto (88 lugares)
SÁB: 18h00 e DOM: 17h00
INGRESSOS: R$ 30,00 (inteira), R$15,00 (meia)
Convênio com Estacionamento: CAR PARK (Rua Rui Barbosa, 714 - R$ 5,00)


 
 

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